O DevLingo é um app Android para aprender programação no formato Duolingo,
escrito em português — não traduzido. Detalhes como não exigir acento no
que o aluno digita existem porque digitar ç em teclado de celular é
toque longo, e ninguém deveria errar uma questão de programação por causa do
teclado.
O princípio que ordena o app inteiro: o objetivo é a pessoa aprender, não ser punida. A tela nunca diz errado — diz ainda não, e ao revelar a resposta diz vamos juntos. A alternativa errada é riscada, não apagada, porque ver o que já foi descartado faz parte do raciocínio.
Gustavo Anderson é QA e desenvolvedor, especializado em levar IA para o dia a dia de quem programa: LLMs aplicados a agentes e servidores MCP que automatizam atividades de desenvolvimento.
O DevLingo é onde as duas coisas se encontram — um app real, com portões de qualidade automatizados, e um servidor MCP que expõe esses portões como ferramentas para um agente consultar antes de escrever.
Ele encontrou nove defeitos jogando o próprio app, todos documentados com a causa raiz — e consegue dizer quais a automação pegaria e quais não, que é a pergunta que separa quem decorou a ferramenta de quem entende teste.
Cada regra do validador nasceu de um defeito real, e nenhuma é preventiva por princípio: gabarito concentrado numa letra, a mesma resposta cobrada duas vezes, marcação aninhada que aparecia crua na tela.
Toda regra é verificada reprovando de propósito — um portão que só sabe aprovar não é portão. São 407 testes automatizados, e a cobertura é publicada junto com o denominador: 95,6% de 28 dos 33 arquivos de lib/, medido em 16/09/2026, e não "95,6% do app".